1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;
2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;
3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;
4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;
5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;
6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;
7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;
2. Processe até obter uma pasta bem espessa;
3. Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
Blog para discussão sobre Nutrição Funcional, Esportiva, Ortomolecular Fitoterapia e outras coisas....
terça-feira, 29 de junho de 2010
Resistencia a Insulina
Mirtilo atenua a resistência a insulina em ratos alimentados com dieta rica em gorduras por meio da redução da morte de adipócitos e sua seqüela inflamatória
A inflamação do tecido adiposo promove resistência a insulina e outras complicações associadas à obesidade. A inflamação do tecido adiposo e a resistência a insulina estão associados com o stress oxidativo, morte de adipócitos, e a limpeza dos adipócitos mortos pelos macrófagos CD11c+ próinflamatorios do tecido adiposo. Foi testada a hipótese que a suplementação de uma dieta obesogênica (rica em gorduras) com mirtilo (blueberry) em pó protege contra a inflamação do tecido adiposo e a resistência a insulina. Ratos C57Bl/6j foram mantidos por 8 semanas em uma de três dietas: dieta pobre em gorduras, 10% do valor calórico, dieta rica em gorduras, 60% do valor calórico, ou uma dieta rica em gorduras contendo 4% de mirtilo em pó (1:1 Vaccinium ashei e V. corymbosum) A suplementação com o mirtilo (2.7% do total calórico) não afetou as alterações associadas a dieta rica em gorduras em relação ao consumo energético, taxa metabólica, peso corporal ou adiposidade. Nós observamos um padrão emergente de expressão gênica no tecido adiposo dos ratos alimentados com a dieta rica em gordura indicando uma mudança na direção de uma upregulation global dos genes inflamatórios (fator de necrose tumoral-x, interleucina-6, proteína quimiotática monócito 1, oxido nítrico sintase indúzivel), aumento dos macrófagos do tecido adiposo (CD11c+) M1-polarizados e aumento do stress oxidativo (glutationa peroxidase 3 reduzida). Esta mudança foi atenuada ou não existente nos ratos alimentados com a dieta rica em gordura contendo 4% de mirtilo em pó. Além do mais, os ratos alimentados com esta dieta foram protegidos contra resistência a insulina e hiperglicemia coincidente com reduções na morte de adipócitos. Os efeitos benéficos do mirtilo na fisiologia dos adipócitos e na expressão gênica de macrófagos do tecido adiposo podem refletir a habilidade das antocianinas do mirtilo em alterar as vias de sinalização de proteínas quinases mitógenos-ativadas e do fator nuclear Kappa beta, que regulam o destino celular e os genes inflamatórios. Estes resultados sugerem que as ações citoprotetoras e anti-inflamtórias do mirtilo podem fornecer benefícios metabólicos no combate as patologias associadas à obesidade.
Referência Bibliográfica:
DEFURIA, J.; BENNETT, G.; STRISSEL, K.J.; PERFIELD, J.W.; MILBURY, P.E.; GREENBERG, A.S.; OBIN, M.S. Dietary Blueberry Attenuates Whole-Body Insulin Resistance in High Fat-Fed Mice by Reducing Adipocyte Death and Its Inflammatory Sequelae. J Nutr; 139(8):1510-1516, 2009.
MATÉRIA POSTADA NO BLOG DA VPONLINE
A inflamação do tecido adiposo promove resistência a insulina e outras complicações associadas à obesidade. A inflamação do tecido adiposo e a resistência a insulina estão associados com o stress oxidativo, morte de adipócitos, e a limpeza dos adipócitos mortos pelos macrófagos CD11c+ próinflamatorios do tecido adiposo. Foi testada a hipótese que a suplementação de uma dieta obesogênica (rica em gorduras) com mirtilo (blueberry) em pó protege contra a inflamação do tecido adiposo e a resistência a insulina. Ratos C57Bl/6j foram mantidos por 8 semanas em uma de três dietas: dieta pobre em gorduras, 10% do valor calórico, dieta rica em gorduras, 60% do valor calórico, ou uma dieta rica em gorduras contendo 4% de mirtilo em pó (1:1 Vaccinium ashei e V. corymbosum) A suplementação com o mirtilo (2.7% do total calórico) não afetou as alterações associadas a dieta rica em gorduras em relação ao consumo energético, taxa metabólica, peso corporal ou adiposidade. Nós observamos um padrão emergente de expressão gênica no tecido adiposo dos ratos alimentados com a dieta rica em gordura indicando uma mudança na direção de uma upregulation global dos genes inflamatórios (fator de necrose tumoral-x, interleucina-6, proteína quimiotática monócito 1, oxido nítrico sintase indúzivel), aumento dos macrófagos do tecido adiposo (CD11c+) M1-polarizados e aumento do stress oxidativo (glutationa peroxidase 3 reduzida). Esta mudança foi atenuada ou não existente nos ratos alimentados com a dieta rica em gordura contendo 4% de mirtilo em pó. Além do mais, os ratos alimentados com esta dieta foram protegidos contra resistência a insulina e hiperglicemia coincidente com reduções na morte de adipócitos. Os efeitos benéficos do mirtilo na fisiologia dos adipócitos e na expressão gênica de macrófagos do tecido adiposo podem refletir a habilidade das antocianinas do mirtilo em alterar as vias de sinalização de proteínas quinases mitógenos-ativadas e do fator nuclear Kappa beta, que regulam o destino celular e os genes inflamatórios. Estes resultados sugerem que as ações citoprotetoras e anti-inflamtórias do mirtilo podem fornecer benefícios metabólicos no combate as patologias associadas à obesidade.
Referência Bibliográfica:
DEFURIA, J.; BENNETT, G.; STRISSEL, K.J.; PERFIELD, J.W.; MILBURY, P.E.; GREENBERG, A.S.; OBIN, M.S. Dietary Blueberry Attenuates Whole-Body Insulin Resistance in High Fat-Fed Mice by Reducing Adipocyte Death and Its Inflammatory Sequelae. J Nutr; 139(8):1510-1516, 2009.
MATÉRIA POSTADA NO BLOG DA VPONLINE
domingo, 27 de junho de 2010
A melhor receita de Amor aos pedaços
hj vi uma receita de Amor aos pedaços no Twitter, hum, deu água na boca só de pensar, mas qdo entrei no tal site pra ver notei q não era a receita tradiconal q minha mãe faz, daí resolvi postar aqui a original e perfeita receita...realmente esta é uma receita fantástica...daquelas q vai passando de mãe pra filha, de filha pra neta e assim de geração a geração.....sei q não é light (rs), mas como diz meu filho: é de fruta mamãe, então é saudável.....melhor assim....mas vale a pena experimentar....vai lá, anote aí:
Recheio
1 coco ralado (da fruta mesmo, o de pacotinho não fica a mesma coisa)
1 abacaxi picadinho
500 g de açúcar
1 col de manteiga
3 ovos batidos (separar clara)
Leve tudo ao fogo e vá mexendo até aparecer o fundo da panela....
Massa
3 ovos
1 col de manteiga
6 col de açúcar refinado
1 col de sob de fermento em pó
1 copo de leite
Farinha de trigo até dar ponto de massa de bolo (+/- 2 1/2 copos)
levar ao forno médio para assar, depois de assado cortar ao meio, rechear e passar no açúcar e na canela...
Meu....isso é td de bom....
Experimentaaa....
Recheio
1 coco ralado (da fruta mesmo, o de pacotinho não fica a mesma coisa)
1 abacaxi picadinho
500 g de açúcar
1 col de manteiga
3 ovos batidos (separar clara)
Leve tudo ao fogo e vá mexendo até aparecer o fundo da panela....
Massa
3 ovos
1 col de manteiga
6 col de açúcar refinado
1 col de sob de fermento em pó
1 copo de leite
Farinha de trigo até dar ponto de massa de bolo (+/- 2 1/2 copos)
levar ao forno médio para assar, depois de assado cortar ao meio, rechear e passar no açúcar e na canela...
Meu....isso é td de bom....
Experimentaaa....
quinta-feira, 24 de junho de 2010
RAÇÃO HUMANA
ISSO É O Q EU REALMENTE ACHO DA FAMOSA RAÇÃO HUMANA:
(matéria excelente postada no Blog da VP - onde cursei minha pós em Nutrição Funcional)
Linhaça, gérmen de trigo, aveia, leite de soja, colágeno, açúcar mascavo, castanha do Brasil, amêndoa, gergelim, guaraná em pó, levedo de cerveja e cacau são alguns dos ingredientes mais utilizados no preparo da ração humana.
Recentemente ela vem ganhando destaque, tanto na mídia, como nas prateleiras de lojas de produtos naturais e de supermercados, assim como também, já vem fazendo parte da alimentação de inúmeras pessoas, devido, principalmente, a alegação de seus efeitos sobre a perda de peso.
Mas afinal, quais os reais efeitos dessa mistura de grãos na saúde humana?
Os efeitos propostos pela ração são justificados, entre outros fatores, pela presença de conteúdo significante de fibras dietéticas, responsáveis pela regulação do funcionamento intestinal, controle da glicemia, aumento da saciedade e conseqüente diminuição do peso corporal. Entretanto, algumas pessoas podem ser prejudicadas após consumo constante dos grãos. O glúten que se encontra no trigo e na aveia, frequentemente causa hipersensibilidades causando aumento do número de evacuações e/ ou causando constipação, entre outros sintomas, desfavorecendo a absorção adequada de nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo. Esta hipersensibilidade pode ocorrer também com qualquer outro alimento, principalmente naqueles consumidos diariamente.
Além disso, o consumo da ração humana apresenta outros pontos que devem ser levados em consideração. Em primeiro lugar, ela não respeita a individualidade bioquímica, ou seja, nem todas as pessoas irão se beneficiar ao ingerir a ração. Outras, ainda, poderão apresentar reações alimentares, já que alguns dos componentes da ração humana, como o trigo e a soja, são altamente alergênicos, encontrando-se inclusive entre os primeiros da lista dos alimentos mais alergênicos que se conhecem. E, mesmo nos casos daqueles que não apresentem tais reações, após o consumo da mistura em longo prazo podem vir a desenvolver tais sinais e sintomas indicativos de alergia, como enxaqueca, má digestão, flatulência, intestino irregular, cansaço, indisposição, depressão, etc.
Outro ponto importante é o uso de levedura de cerveja, que está diretamente associado ao aumento do crescimento de fungos, o que pode desencadear o aparecimento da síndrome fúngica e outras doenças associadas.
Os fungos podem ser responsáveis por vários sinais e sintomas muito parecidos com os encontrados em outras patologias, o que dificulta o diagnóstico da síndrome fúngica, além de ser um tratamento longo. As infecções fúngicas podem causar irritação, descamação e rubor na pele, além de prurido, inflamação, bolhas e erupções cutâneas. Eles também podem produzir toxinas, que levam a danos neurológicos como dores, distúrbios de movimento, problemas de equilíbrio e coordenação, falta de memória e de concentração, entre outras disfunções semelhantes a que ocorre na exposição de produtos tóxicos. No trato gastrointestinal pode estar relacionados a enterocolites, doença de Crohn e outras doenças inflamatórias. Também, podem favorecer a disbiose e alergias alimentares. Além disso, os fungos sintetizam subprodutos químicos que podem circular pela corrente sanguínea, atingir os tecidos e causar danos nestes.
Outros estudos ainda mostram os efeitos do consumo da soja em excesso sobre o aumento de mamas em adolescentes do sexo masculino, devido, principalmente, ao aumento de estradiol, hormônio responsável pelo desenvolvimento de características sexuais femininas. E também pode diminuir a produção de espermatozóides. Entretanto, estes dados ainda precisam ser mais bem investigados para chegar a uma conclusão, principalmente quanto a quantidade e freqüência necessária para ter este tipo de reação.
Diante do exposto acima, pode concluir que a ingestão de cereais deve ser feita diariamente, devido aos benefícios da ingestão desses alimentos de forma isolada; contudo, deve haver um rodízio no consumo destes. Lembrando sempre, que os efeitos desses alimentos podem ser potencializados quando consumidos junto de uma dieta individualizada e equilibrada do ponto de vista nutricional.
** Texto elaborado pela Nutricionista Viviane Sant’Anna - Departamento Científico da VP Consultoria Nutricional.
(matéria excelente postada no Blog da VP - onde cursei minha pós em Nutrição Funcional)
Linhaça, gérmen de trigo, aveia, leite de soja, colágeno, açúcar mascavo, castanha do Brasil, amêndoa, gergelim, guaraná em pó, levedo de cerveja e cacau são alguns dos ingredientes mais utilizados no preparo da ração humana.
Recentemente ela vem ganhando destaque, tanto na mídia, como nas prateleiras de lojas de produtos naturais e de supermercados, assim como também, já vem fazendo parte da alimentação de inúmeras pessoas, devido, principalmente, a alegação de seus efeitos sobre a perda de peso.
Mas afinal, quais os reais efeitos dessa mistura de grãos na saúde humana?
Os efeitos propostos pela ração são justificados, entre outros fatores, pela presença de conteúdo significante de fibras dietéticas, responsáveis pela regulação do funcionamento intestinal, controle da glicemia, aumento da saciedade e conseqüente diminuição do peso corporal. Entretanto, algumas pessoas podem ser prejudicadas após consumo constante dos grãos. O glúten que se encontra no trigo e na aveia, frequentemente causa hipersensibilidades causando aumento do número de evacuações e/ ou causando constipação, entre outros sintomas, desfavorecendo a absorção adequada de nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo. Esta hipersensibilidade pode ocorrer também com qualquer outro alimento, principalmente naqueles consumidos diariamente.
Além disso, o consumo da ração humana apresenta outros pontos que devem ser levados em consideração. Em primeiro lugar, ela não respeita a individualidade bioquímica, ou seja, nem todas as pessoas irão se beneficiar ao ingerir a ração. Outras, ainda, poderão apresentar reações alimentares, já que alguns dos componentes da ração humana, como o trigo e a soja, são altamente alergênicos, encontrando-se inclusive entre os primeiros da lista dos alimentos mais alergênicos que se conhecem. E, mesmo nos casos daqueles que não apresentem tais reações, após o consumo da mistura em longo prazo podem vir a desenvolver tais sinais e sintomas indicativos de alergia, como enxaqueca, má digestão, flatulência, intestino irregular, cansaço, indisposição, depressão, etc.
Outro ponto importante é o uso de levedura de cerveja, que está diretamente associado ao aumento do crescimento de fungos, o que pode desencadear o aparecimento da síndrome fúngica e outras doenças associadas.
Os fungos podem ser responsáveis por vários sinais e sintomas muito parecidos com os encontrados em outras patologias, o que dificulta o diagnóstico da síndrome fúngica, além de ser um tratamento longo. As infecções fúngicas podem causar irritação, descamação e rubor na pele, além de prurido, inflamação, bolhas e erupções cutâneas. Eles também podem produzir toxinas, que levam a danos neurológicos como dores, distúrbios de movimento, problemas de equilíbrio e coordenação, falta de memória e de concentração, entre outras disfunções semelhantes a que ocorre na exposição de produtos tóxicos. No trato gastrointestinal pode estar relacionados a enterocolites, doença de Crohn e outras doenças inflamatórias. Também, podem favorecer a disbiose e alergias alimentares. Além disso, os fungos sintetizam subprodutos químicos que podem circular pela corrente sanguínea, atingir os tecidos e causar danos nestes.
Outros estudos ainda mostram os efeitos do consumo da soja em excesso sobre o aumento de mamas em adolescentes do sexo masculino, devido, principalmente, ao aumento de estradiol, hormônio responsável pelo desenvolvimento de características sexuais femininas. E também pode diminuir a produção de espermatozóides. Entretanto, estes dados ainda precisam ser mais bem investigados para chegar a uma conclusão, principalmente quanto a quantidade e freqüência necessária para ter este tipo de reação.
Diante do exposto acima, pode concluir que a ingestão de cereais deve ser feita diariamente, devido aos benefícios da ingestão desses alimentos de forma isolada; contudo, deve haver um rodízio no consumo destes. Lembrando sempre, que os efeitos desses alimentos podem ser potencializados quando consumidos junto de uma dieta individualizada e equilibrada do ponto de vista nutricional.
** Texto elaborado pela Nutricionista Viviane Sant’Anna - Departamento Científico da VP Consultoria Nutricional.
Sorvete de Banana e Cacau sem açúcar
Ingredientes:
2 bananas
1 colher de cacau em pó sem açúcar
Modo de preparo:
Congelar bananas maduras com casca lavada embrulhadas em papel manteiga, deixando 1 noite ou 4 hs, congela bem.
Retirar a casca e picar a banana congelada
Bater no liquidificador no pulsar, com o cacau
Consumir imediatamente
Não dá para por muitas bananas ponha até 4 por vez e se sobrar jogue fora porque oxida se guardar.
* Receita elaborada pela Nutricionista Maria Cristina Menks Ribeiro.
2 bananas
1 colher de cacau em pó sem açúcar
Modo de preparo:
Congelar bananas maduras com casca lavada embrulhadas em papel manteiga, deixando 1 noite ou 4 hs, congela bem.
Retirar a casca e picar a banana congelada
Bater no liquidificador no pulsar, com o cacau
Consumir imediatamente
Não dá para por muitas bananas ponha até 4 por vez e se sobrar jogue fora porque oxida se guardar.
* Receita elaborada pela Nutricionista Maria Cristina Menks Ribeiro.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
O q vc acha da ração humana?
acho q ela é mto comercial..como nutricionista funcional, jamais indico o mesmo alimento pra todo mundo...o ideal é conhecer cada indivíduo e saber o q é bom ou ruim pra ele...assim, montar um Mix de Fibras de acordo com suas necessidades...
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Cookie de gotas de chocolate da minha amiga Michelli
Nossa....hj experimentei uma cookie deliciosa....acho q foi a melhor q já comi....meu filhote então....amou....no final do dia voltamos pra casa (depois de uma sopinha esperta) e trouxemos uma cookie....depois sentamos na cama para ver um filme e saboreamos a tentação....Parabéns MI...
Aí vai a receita td de bom:
1 tablete de 200 g de manteiga sem sal
3/4 de copo americano de açúcar mascavo
3/4 de copo americano de açúcar branco
3/4 de copo americano de farinha de trigo
2 ovos inteiros
1 col de chá de baunilha
1col de chá de bicarbonato de sódio
1/2 tablete de chocolate meio amargo garoto
1 col de sopa de chocolate em pó
Misture os ingredientes secos, amoleça a manteiga, em seguida bata os ovos e junte-os aos ingredientes secos, depois junte a baunilha e o chocolate picado. Faça bolinhas e enfeite com gotas de chocolate por cima. Pré aqueça o forno e asse as cookies a 210 graus por 10 minutos....e só....fácil e deliciosooo..
Bom, eu como nutricionista de sangue mudaria o açúcar branco pra pelo menos o demerara- orgânico se possível e colocaria a metade de farinha de trigo integral ou aveia....sei lá, vou testar e como sempre mudar a receita, para torná-la ainda mais saudável....
bjs
Aí vai a receita td de bom:
1 tablete de 200 g de manteiga sem sal
3/4 de copo americano de açúcar mascavo
3/4 de copo americano de açúcar branco
3/4 de copo americano de farinha de trigo
2 ovos inteiros
1 col de chá de baunilha
1col de chá de bicarbonato de sódio
1/2 tablete de chocolate meio amargo garoto
1 col de sopa de chocolate em pó
Misture os ingredientes secos, amoleça a manteiga, em seguida bata os ovos e junte-os aos ingredientes secos, depois junte a baunilha e o chocolate picado. Faça bolinhas e enfeite com gotas de chocolate por cima. Pré aqueça o forno e asse as cookies a 210 graus por 10 minutos....e só....fácil e deliciosooo..
Bom, eu como nutricionista de sangue mudaria o açúcar branco pra pelo menos o demerara- orgânico se possível e colocaria a metade de farinha de trigo integral ou aveia....sei lá, vou testar e como sempre mudar a receita, para torná-la ainda mais saudável....
bjs
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